São Bernardo, * *

COLÔNIA DE FÉRIAS

Sindicatos pressionam deputados em todo o país

Diversos estados preparam ações nos aeroportos para pressionar deputados que votam, nesta semana, a Reforma Trabalhista

Por: Administrador - Publicação: 18/04/2017
Ação da CUT no aeroporto de Brasília. Foto: CUT Brasília

Ação da CUT no aeroporto de Brasília. Foto: CUT Brasília
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Fonte: CUT Brasil

A CUT organiza, nesta terça-feira (18), uma grande articulação para pressionar nos aeroportos os deputados que embarcam para Brasília. Apesar de existir um acordo para colocar em pauta a Reforma Trabalhista somente em maio, deputados golpistas querem apressar a votação desse projeto no plenário da Câmara, usando para isso um pedido de urgência. A pretensa reforma pretendida pelo ilegítimo governo temer é na verdade é uma bomba que visa destruir os direitos trabalhistas e as organizações sindicais brasileiras.

Sindicalistas de sete estados já confirmaram que farão manifestações nos aeroportos: Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Os cearenses chegarão mais cedo, às 4h30, para organizar uma panfletagem na região durante a parte da manhã.

Na terça-feira (18), o substitutivo ao Projeto de Lei (PL) 6.787/2016, apresentado pelo relator, o deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), será apreciado pela comissão especial que analisa a matéria.

Enquanto isso, no plenário da Câmara será definido se a Casa acatará o pedido de tramitação da matéria em caráter de urgência. Caso os deputados aprovem o pedido de urgência, o projeto pode ser votado assim que for liberado pela comissão especial. Ou seja, ainda no mesmo dia ou já na quarta-feira (19).

Se o pedido de urgência não for acatado, a Reforma Trabalhista deve ser votada em até cinco sessões, o que representa, aproximadamente, duas semanas.

Enquanto isso, no plenário da Câmara será definido se a Casa acatará o pedido de tramitação da matéria em caráter de urgência. Caso os deputados aprovem o pedido de urgência, o projeto pode ser votado assim que for liberado pela comissão especial. Ou seja, ainda no mesmo dia ou já na quarta-feira (19).

Se o pedido de urgência não for acatado, a Reforma Trabalhista deve ser votada em até cinco sessões, o que representa, aproximadamente, duas semanas.

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