São Bernardo, * *

COLÔNIA DE FÉRIAS

8 de Março: Mulheres vão às ruas por mais direitos e dizem não à Reforma da Previdência

Manifestação em São Paulo reuniu mais de 30 mil pessoas

Por: Administrador - Publicação: 09/03/2017
Metalúrgicas da CUT/SP durante a manifestação do Dia Internacional de Luta das Mulheres. Foto: Marina Selerges

Metalúrgicas da CUT/SP durante a manifestação do Dia Internacional de Luta das Mulheres. Foto: Marina Selerges
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Mulheres do estado de São Paulo foram às ruas da capital paulista na tarde de ontem (8) e construíram o maior ato do Dia Internacional das Mulheres dos últimos tempos. Com a pauta “Aposentadoria fica, Temer Sai! Paramos pela vida das mulheres!” Cerca de 30 mil pessoas marcharam pelas ruas da capital paulista para dar o recado ao governo ilegítimo de Michel Temer que trabalhadoras e trabalhadores não aceitarão as reformas neoliberais.

Para Andréa Sousa, secretária de Mulheres da FEM-CUT/SP, a reforma da previdência é altamente prejudicial à vida das mulheres. “As companheiras já têm dupla ou até tripla jornada e aumentar o tempo para aposentadoria das mulheres é um golpe contra nós”. Além da reforma da previdência, a violência sexista também foi pauta da manifestação. Metalúgicas de todo o estado participaram do protesto.

Assembleia das Mulheres da Classe Trabalhadora

Organizada pela Central Única dos Trabalhadores, a Assembleia das Mulheres da Classe Trabalhadora reuniu centenas de pessoas no Viaduto Santa Ifigênia, em frente a Superintendência do INSS na região central da capital paulista para protestar contra a Reforma da Previdência.

Carmem Foro, vice- presidenta nacional da CUT, criticou a proposta que pode acabar com a aposentadoria, caso aprovada no Congresso. “Nós, mulheres trabalhadoras estamos conectadas, neste momento em todo mundo. As mulheres negras, trans, jovens e do campose mobilizando. É muito importante essa união, pois as reformas neoliberais estão em curso no mundo. Essas reformas são perversas para a classe trabalhadora”.

Mulheres de diversas categorias da central, aprovaram a participação na Paralisação Nacional da Educação, organizada pela CNTE, no próximo dia 15 de Março e também a disposição de luta derrubar as Reformas Trabalhista e da Previdência.

Agência de notícias da  FEM-CUT/SP
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Jornalista responsável: Marina Selerges

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